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Campinas tem 26 bairros em alerta para risco elevado de dengue

Campinas registrou 3.753 casos confirmados da doença este ano
Campinas
Foto: Carlos Bassan/PMC

A Secretaria de Saúde de Campinas colocou 26 bairros em alerta para o alto risco de transmissão da dengue e reforça a necessidade de eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. 

Os bairros classificados com maior risco estão distribuídos em seis regiões da cidade. Na região Leste, o alerta inclui o Taquaral. Na Noroeste, estão Cidade Satélite Íris IV, Jardim Rossin, Núcleo Residencial Princesa D’Oeste e Cidade Satélite Íris I. 

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Na região Norte, o alerta abrange Jardim São Marcos, Jardim Campineiro, Vila Esperança, Vila Santa Isabel e Jardim Independência. Na Sudoeste, aparecem Parque Residencial Vila União, Vila Palácios, Jardim Yeda e Jardim Bordon. 

Já na região Sul, estão Jardim Campo Belo II, Cidade Singer II, Jardim Marisa, Jardim São Domingos e Vila Palmeiras I e II. Na Sudeste, os bairros com maior risco são Vila Industrial, Parque Itália, Jardim Leonor, São Bernardo, Ponte Preta e Parque Industrial. 

Segundo a Secretaria de Saúde, o objetivo é orientar a população sobre o combate ao mosquito e intensificar as ações de prevenção nas áreas com maior risco de transmissão. O alerta também vale para bairros localizados no entorno das regiões indicadas. 

Para definir as áreas prioritárias, a pasta considera indicadores como número de casos, identificação de novas transmissões, necessidade de reforço em locais com imóveis fechados ou sem acesso, densidade populacional e planejamento das ações dos agentes. 

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De janeiro até 24 de agosto, Campinas registrou 3.753 casos confirmados de dengue. No mesmo período, foram realizadas mais de 1,1 milhão de visitas a imóveis para controle de criadouros e ações educativas, além de 53,3 mil visitas para nebulização costal. 

A Prefeitura reforça que a prevenção depende da participação dos moradores. Levantamento da Secretaria Estadual da Saúde indica que cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências. A orientação é eliminar recipientes que possam acumular água, manter caixas-d’água fechadas, cuidar de vasos de plantas e descartar corretamente materiais como pneus, garrafas e latas.

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