A paralisação que afetou o transporte público de Paulínia na manhã desta quarta-feira (9) foi encerrada após o pagamento dos salários reivindicados pelos motoristas.
O serviço é prestado pela MOV Paulínia, ligada ao Grupo Belarmino.
Segundo representantes da categoria, os trabalhadores decidiram retomar as atividades depois que receberam os valores pendentes. Com isso, as linhas urbanas e o transporte escolar voltaram a operar.
Os motoristas haviam cruzado os braços alegando atraso no pagamento e problemas nas condições de trabalho. O movimento afetou diversas linhas do transporte coletivo da cidade e parte do transporte escolar.
Após o fim da paralisação, ficou definido que uma comissão de trabalhadores vai se reunir com a empresa responsável pelo serviço para discutir as demais reivindicações da categoria e buscar soluções para os problemas apontados pelos funcionários.
De acordo com os representantes dos motoristas, as negociações avançaram e, neste momento, a expectativa é de que não haja uma nova greve.
Mais cedo, a Prefeitura de Paulínia informou que estava em dia com os repasses às empresas responsáveis pelo transporte urbano e escolar e atribuiu o problema ao pagamento dos funcionários pelas empresas contratadas. O transporte escolar é feito em consórcio entre o Grupo Belarmino e a Sancetur. A administração municipal também afirmou que acompanhava a situação para garantir a normalização do serviço.
Motoristas do transporte público de Paulínia realizaram uma paralisação na manhã desta quarta-feira (9), afetando linhas urbanas e parte do transporte escolar da cidade.
Segundo os trabalhadores, o protesto ocorreu por falta de pagamento e por problemas nas condições de trabalho. De acordo com a organização da paralisação, houve ainda relatos de ameaças de demissão caso os funcionários aderissem ao movimento.
O transporte municipal é operado pela empresa MOV Paulínia, ligada ao Grupo Belarmino.
No transporte escolar, alguns ônibus chegaram a sair para atendimento, mas a Prefeitura informou que ainda não tinha um balanço sobre os impactos da paralisação. Essa modalidade é dividida entre o Grupo Belarmino e Sancetur, em um consórcio.
Em nota, a Prefeitura de Paulínia informou que está em dia com os repasses às empresas responsáveis pelo transporte urbano e escolar. Segundo a administração municipal, o problema envolve o repasse da empresa aos funcionários.
A Prefeitura classificou a paralisação como irregular, lamentou os transtornos causados aos passageiros e informou que acompanha a situação para que o serviço seja normalizado o mais rápido possível.
A MOV Paulínia argumenta que houve uma falha de processamento do sistema bancário. A concessionária diz que havia comunicado os funcionários nesta terça-feira.
