Para quem recebe aposentadoria, pensão ou benefício assistencial, o segundo turno das eleições, neste domingo, é uma nova oportunidade para o idoso fazer a “prova de vida” ao INSS.
A prova de vida pelo voto é feita de forma automática, pelo cruzamento de dados entre a Justiça Eleitoral e o INSS. Quem vota não precisa guardar o comprovante nem ir a um banco ou agência.
A regra vale para aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais, mesmo para quem faltou no primeiro turno. O mecanismo abrange cerca de 40 milhões de benefícios ativos.
Em 2024, foram registrados eventos eleitorais relacionados a quase 21 milhões de beneficiários, que contribuíram para a atualização de aproximadamente 5 milhões de Provas de Vida.
Apenas o comparecimento à urna vale como prova de vida. A justificativa de ausência não tem o mesmo efeito. Faltar não bloqueia o benefício automaticamente: quem não votar pode fazer a prova de vida por outros meios. A situação pode ser consultada no aplicativo Meu INSS, na opção “Prova de Vida”, ou pela Central 135.
A falta no primeiro turno precisa ser justificada à parte: votar no segundo turno não regulariza a ausência no primeiro, que pode ser justificada até 3 de dezembro pelo aplicativo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral ou no cartório eleitoral. Maiores de 70 anos não precisam justificar.
