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Campinas tem 29 bairros com maior risco de transmissão da dengue

Entre 1º de janeiro e segunda-feira, a cidade tem 4.188 casos confirmados de dengue
Campinas
Foto: Carlos Bassan/PMC

Campinas identificou 29 bairros com maior risco para a transmissão da dengue na última semana. A relação faz parte da 43ª edição do Alerta Arboviroses Campinas de 2026, divulgada nesta quinta-feira pela Secretaria Municipal de Saúde. 

Entre 1º de janeiro e a última segunda-feira, a cidade contabilizou 4.188 casos confirmados da doença. Apesar dos registros, não houve mortes por dengue no município neste ano. 

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Confira os bairros com maior risco por região: 

  • Leste: Bosque, Centro e Cambuí. 
  • Noroeste: Jardim Maracanã, Jardim Metonópolis, Parque Valença I e II, Jardim Lisa e Residencial Colina das Nascentes. 
  • Norte: Jardim Eulina e Jardim São Marcos. 
  • Sudoeste: Parque Universitário, Jardim Ouro Verde, Jardim Profilurb, Vila Aeroporto, DIC I e Jardim Cristina. 
  • Sul: Parque Oziel, Jardim Monte Cristo, Jardim do Lago Continuação, Jardim Campo Belo I e Jardim São João. 
  • Suleste: Jardim Baronesa, Jardim Proença, Jardim Guarani, Jardim Paranapanema, Jardim São Fernando, Ponte Preta e Jardim Amazonas. 

O alerta tem como finalidade mobilizar os moradores para identificar e eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão da dengue. A iniciativa também reforça a orientação à população e direciona ações de combate ao vetor para as áreas que exigem maior atenção. 

A Secretaria de Saúde ressalta que as medidas preventivas devem ser mantidas em toda Campinas. A recomendação inclui os bairros que apareceram em edições anteriores do levantamento, mesmo que não estejam relacionados no alerta desta semana. 

Para definir as áreas prioritárias, o município avalia diferentes indicadores epidemiológicos e operacionais. Entre os critérios estão a incidência de casos, a identificação de novas transmissões, a necessidade de intensificar as ações em imóveis onde os agentes encontram dificuldades de acesso, a densidade populacional e a comunicação com os moradores sobre as atividades de prevenção. 

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O levantamento também considera bairros menores localizados no entorno das regiões apontadas, ampliando a atenção para áreas próximas às localidades classificadas com maior risco. 

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