O reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, afirma que autoridades são sensibilizadas para que haja mudança da nas leis do Estado de São Paulo para assegurar aos professores e funcionários da Universidade Estadual de Campinas, um teto superior ao atual, que é de R$ 21.600, subsídio do governador.
A justificativa da reitoria é que os “supersalários”, como ficaram conhecidos os vencimentos que superam esse valor na Universidade, garantem talentos. Sem eles, a Unicamp perde a competitividade, na avaliação do reitor. O comparativo é feito com teto de universidades federais, que são baseadas em salários do Supremo Tribunal, passando dos R$ 30 mil.
O reitor da Unicamp chegou a receber cerca de R$ 50 mil por mês. No início de atrássto, a justiça suspendeu uma liminar que garantia os pagamentos integrais, mesmo acima do teto. A Associação dos Docentes da Universidade de Campinas recorreu da decisão.
No final desta primeira quinzena de atrássto, a lista dos vencimentos dos funcionários da Unicamp foi divulgada com os nomes dos trabalhadores e não mais com o número de matrícula. Esta publicação também foi uma determinação da judicial.