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Maioria da população de Campinas opta por produtos piratas

A maioria da população de Campinas prefere produtos de maior durabilidade, mesmo que custem mais caro. Essa foi a resposta de 62% dos entrevistados em uma pesquisa da prefeitura, sobre

Maioria da população de Campinas opta por produtos piratas
A maioria da população de Campinas prefere produtos de maior durabilidade, mesmo que custem mais caro. Essa foi a resposta de 62% dos entrevistados em uma pesquisa da prefeitura, sobre consumo consciente. Mas na prática, e num ponto extremo, 57% disseram que acabam optando por comprar produtos piratas. Essa escolha vai bem na contramão da conscientização […]

A maioria da população de Campinas prefere produtos de maior durabilidade, mesmo que custem mais caro. Essa foi a resposta de 62% dos entrevistados em uma pesquisa da prefeitura, sobre consumo consciente. Mas na prática, e num ponto extremo, 57% disseram que acabam optando por comprar produtos piratas.

Essa escolha vai bem na contramão da conscientização proposta na hora da compra. O levantamento serve para tornar conhecido o conceito e incentivar um novo estilo de consumidor. O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, enumera questões que devem ser consideradas – elas levam em conta questão econômica, ambiental, trabalhista e da legislação.

Os dados levantados compõe o Índice de Consumo Consciente, uma pesquisa que até então só tinha informações nacionais. Agora, Campinas vem com o número municipal que é de 0,75, em uma escala que varia de zero a um.

Hábitos que impulsionam ele pra cima são por exemplo a pesquisa de preço que é feita por 72% dos entrevistados e o fato de metade afirmar que para de comprar determinado produto quando tem informação que que a empresa prejudica o meio ambiente.

O levantamento aponta ainda que 11% da população quase nunca, ou nunca, levam em consideração se a compra vai prejudicar o orçamento.   O secretário jurídico, Mário Orlando, reforça que isso é prejudicial para consumidor e comércio.

A pesquisa feita pela prefeitura de Campinas ouviu 600 pessoas com mais de 18 anos, de várias regiões da cidade.

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