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Caso Sanasa: Se não houvesse repasse “batata assaria” afirma 5a. testemunha

No quinto depoimento, o segurança Álvaro Grandezi Júnior fala dos repasses de dinheiro, em porcentagens, que eram feitos a Rosely Nassim Jorge Santos. Durante a fala do depoente, o promotor

No quinto depoimento, o segurança Álvaro Grandezi Júnior fala dos repasses de dinheiro, em porcentagens, que eram feitos a Rosely Nassim Jorge Santos. Durante a fala do depoente, o promotor Amauri Silveira Filho pediu que a testemunha traduzisse alguns trechos sobre repasse de dinheiro à ex-primeira dama de Campinas. Os advogados dos réus questionaram isso, mas o juiz Nelson Augusto Bernardes não catou e o depoente comentou alguns registros feitos pela própria testemunha.

Ao falar desta questão a testemunha afirmou que se não acontecesse os repasses como combinado, a “batata assaria”. O promotor pediu que ele traduzisse a expressão. Álvaro disse que “a situação ficaria difícil”.

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Álvaro prestou serviços de segurança a Luiz Castrilon de Aquino. Segundo a testemunha, Aquino dizia que tinha recebido ameaças e que estaria tendo problemas com os lobistas Emerson de Oliveira e Maurício Manduca. Além de segurança, Álvaro Grandezi era funcionário comissionado da prefeitura de Campinas.

O delator do caso Sanasa, Luiz Castrilon, chegou e permanece durante todos os depoimentos escoltado por dois policiais do Garra.

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