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Supermercadistas querem suspensão da fiscalização do Procon sobre os gêneros alimentícios por conta da greve dos caminhoneiros

A Associação Paulista de Supermercados, a APAS, pediu que o governador do estado Márcio França negocie com os Procons municipais para que não haja fiscalização nos mercados após a entrega

Supermercadistas querem suspensão da fiscalização do Procon sobre os  gêneros alimentícios por  conta da greve dos caminhoneiros
A Associação Paulista de Supermercados, a APAS, pediu que o governador do estado Márcio França negocie com os Procons municipais para que não haja fiscalização nos mercados após a entrega das mercadorias paradas por conta da greve dos caminhoneiros. O motivo, de acordo com a associação, é que, por conta da escassez, os empresários do […]

A Associação Paulista de Supermercados, a APAS, pediu que o governador do estado Márcio França negocie com os Procons municipais para que não haja fiscalização nos mercados após a entrega das mercadorias paradas por conta da greve dos caminhoneiros. O motivo, de acordo com a associação, é que, por conta da escassez, os empresários do setor estão comprando os produtos com preços maiores e são obrigados a repassar. As mercadorias que eles pedem para que não haja fiscalização são as de alimentos, cargas vivas e de produtos refrigerados. A falta de produtos nos supermercados está mais presente em itens como frutas, legumes e verduras, carnes, frios, leite e derivados, panificação e produtos industrializados que levam proteínas no processo de fabricação. A APAS estima que serão necessários de 10 a 20 dias para que o abastecimento seja normalizado.

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