O presidente do Hospital Mário Gatti, Salvador Affonso Pinheiro, negou que houve cancelamento de cirurgias eletivas de menor complexidade por causa do pedido de demissão de cinco médicos anestesistas na semana passada. Segundo ele, a dúvida surgiu depois de um erro da ouvidoria do próprio hospital, ao responder um e-mail de uma paciente, que tinha um procedimento cirúrgico agendado.
O funcionário da ouvidoria informou através do correio eletrônico que algumas cirurgias seriam canceladas, quando deveria ter dito que seriam remarcadas por causa da saída dos médicos. O quadro de médicos anestesistas do Mário Gatti é composto por 33 profissionais.
Os cinco anestesistas que pediram desligamento eram responsáveis pelos plantões das sextas-feiras e por isso houve a necessidade de adiar as cirurgias eletivas marcadas para esse dia.