A greve dos funcionários responsáveis pelo engarrafamento e distribuição de gás liquefeito de petróleo de Paulínia, prossegue com troca de acusações entre os sindicatos dos trabalhadores e o patronal. Pela lei, os trabalhadores devem manter o abastecimento de, no mínimo, 40% da capacidade de produção, para garantir que serviços essenciais que necessitam do uso do GLP não sejam prejudicados.
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás, o Sindigás, apresentou uma proposta de reajuste salarial de 6%, sendo aceita pelo Distrito Federal e por todos os estados brasileiros, exceto em São Paulo. Os paulistas pedem um reajuste de 8,5%.
Enquanto o impasse não se resolve, os consumidores vão enfrentando várias dificuldades para comprar o produto. As partes envolvidas na questão trocam acusações sobre a necessidade de se manter o abastecimento mínimo definido pela justiça.