A secretaria de gestão pública de São Paulo segue com dificuldades para seguir com o projeto de transferência da sede do Poupatempo de Campinas para o prédio do Fórum Central da cidade. O local pertence ao Tribunal de Justiça do Estado e por isso a decisão não cabe ao governo paulista. A possibilidade de transferência da sede é discutida desde março, já que a unidade precisaria de um espaço físico maior para ampliar a oferta de serviços. Atualmente, o posto localizado na Avenida Francisco Glicério recebe em média 4,6 mil pessoas por dia e seria transferido para outro local também no centro da cidade.
De acordo com o secretário de gestão pública de São Paulo, David Zaia, resta ao governo esperar a decisão do judiciário. Enquanto isso, ele afirma que o serviço continuará sendo oferecido no edifício da Avenida Francisco Glicério. David Zaia acredita que o atual prédio do Poupatempo Campinas está funcionando no limite. Segundo ele, hoje não há mais espaço para expansões, acessibilidade ou implantação de novos serviços. O secretário de gestão pública de São Paulo, David Zaia, esteve na unidade central do Poupatempo Campinas, que comemorou 15 anos de atividades no município. Ele informou ainda que o processo de implantação de novos postos no estado está avançado. Em Americana, o convênio para a instalação de uma unidade do Poupatempo já foi assinado e em Indaiatuba, o processo deve ser concluído em breve.