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Funcionários dos Correios de Campinas e Região entram em greve

Mais segurança, reajuste salarial e insatisfação com mudanças no plano de saúde são os itens da pauta de reivindicações dos Funcionários dos Correios, que estão em greve na região de

Funcionários dos Correios de Campinas e Região entram em greve
Mais segurança, reajuste salarial e insatisfação com mudanças no plano de saúde são os itens da pauta de reivindicações dos Funcionários dos Correios, que estão em greve na região de Campinas. Apesar das agências dos Correios estarem abertas, a greve afeta os funcionários do centro de distribuição, prejudicando as entregas. A categoria quer 8% de […]

Mais segurança, reajuste salarial e insatisfação com mudanças no plano de saúde são os itens da pauta de reivindicações dos Funcionários dos Correios, que estão em greve na região de Campinas. Apesar das agências dos Correios estarem abertas, a greve afeta os funcionários do centro de distribuição, prejudicando as entregas. A categoria quer 8% de reajuste, contra a proposta de 5,27% da Empresa. Além disso, o Diretor do Sindicato dos Correios de Campinas e Região, Hernandes Alves, explica que os trabalhadores não aceitam as mudanças previstas no plano de saúde, que deixaria de ser totalmente subsidiado pela empresa. Hernandes reclama ainda da falta de segurança na realização das entregas, relatando ocorrências de roubos e agressões contra os trabalhadores. Nessa quarta-feira, os trabalhadores se reuniram em frente a agência dos Correios na Avenida Francisco Glicério, no Centro de Campinas, para decidirem os rumos do movimento, que não tem previsão de término. Segundo o Sindicato, a greve atinge Campinas , Valinhos, Vinhedo, Sumaré, Americana, Hortolândia, Nova Odessa, Santa Bárbara D’Oeste, Piracicaba, Limeira, Jundiaí, Bragança Paulista e Atibaia.

Em nota, os Correios informaram que a empresa tentou negociar, mas houve intransigência da Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas em Correios, Telégrafos e Similares, o que impossibilitou qualquer tentativa de conciliação na primeira audiência entre os Correios e a federação nesta terça-feira no Tribunal Superior do Trabalho. Ainda segundo a nota, a reunião foi marcada pela resistência dos representantes da Federação, que se recusaram a avançar nas tratativas para o fechamento de um acordo, mesmo sendo lembrados pelo Ministro, desde o início, que o julgamento de dissídio nem sempre é a opção mais satisfatória para trabalhadores e empresa.

 

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