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Jovens que participaram de festa na Unicamp são ouvidos sobre morte

Nesta manhã o delegado responsável pelas investigações da morte do universitário Denis Papa ouviu testemunhas e realizou diligências, para identificar o responsável pelo assassinato durante uma festa, na madrugada de

Jovens que participaram de festa na Unicamp são ouvidos sobre morte
Nesta manhã o delegado responsável pelas investigações da morte do universitário Denis Papa ouviu testemunhas e realizou diligências, para identificar o responsável pelo assassinato durante uma festa, na madrugada de sábado (21/09), no Campus da Unicamp. Logo no início do dia, o delegado Rui Pegolo fez diligências na Unicamp e no Instituto Médico Legal. Em paralelo aos […]

Nesta manhã o delegado responsável pelas investigações da morte do universitário Denis Papa ouviu testemunhas e realizou diligências, para identificar o responsável pelo assassinato durante uma festa, na madrugada de sábado (21/09), no Campus da Unicamp. Logo no início do dia, o delegado Rui Pegolo fez diligências na Unicamp e no Instituto Médico Legal. Em paralelo aos trabalhos externos, depoentes chegaram à delegacia, entre eles, Anderson Mamede, que se tornou um dos principais suspeitos da morte do jovem.

No boletim de ocorrência, Anderson aparece como vítima, já que também sofreu agressões. Em conversa com o jovem ele disse que a discussão começou porque Denis teria falado com a namorada de Anderson. Ele confessou ter agredido o universitário, mas sobre a faca que teria sido usada no crime, Mamede diz que desconhecia o objeto.

Além dele, pelo menos outros três jovens prestaram depoimentos pela manhã no setorde  homicídios. Um deles se identificou como Alessandro, amigo de Anderson, e confessou que também participou da briga. Anderson disse que a discussão foi generalizada.

Anderson e os amigos não eram alunos da Unicamp, mas disseram que desde 2009 participam deste evento, que no sábado reuniu cerca de 3 mil pessoas. Ainda pela manhã, o delegado Pegolo, acompanhando do Anderson, fez outras diligências, mas não divulgou os locais.

Um dos investigadores chegou à delegacia com as roupas de Anderson Mamede e da namorada dele, Maria Tereza. Segundo o investigador, a roupas que foram usadas na festa tinham marcas de sangue.

 

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