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Testemunhas afirmam que mulher matou estudante da Unicamp

Duas testemunhas afirmaram que Maria Teresa Peregrino, de 20 anos, foi responsável pela facada que matou o estudante Dênis Casagrande, de 21 anos, em uma briga generalizada durante uma festa

Testemunhas afirmam que mulher matou estudante da Unicamp
Duas testemunhas afirmaram que Maria Teresa Peregrino, de 20 anos, foi responsável pela facada que matou o estudante Dênis Casagrande, de 21 anos, em uma briga generalizada durante uma festa na Universidade Estadual de Campinas, na madrugada de sábado. Porém, o delegado responsável pelo caso, Rui Pegolo, afirmou que as investigações continuam e que ainda […]

Duas testemunhas afirmaram que Maria Teresa Peregrino, de 20 anos, foi responsável pela facada que matou o estudante Dênis Casagrande, de 21 anos, em uma briga generalizada durante uma festa na Universidade Estadual de Campinas, na madrugada de sábado. Porém, o delegado responsável pelo caso, Rui Pegolo, afirmou que as investigações continuam e que ainda não houve uma confissão. Sete testemunhas ligadas a um grupo punk envolvido na briga, prestaram depoimentos por mais de 12 horas nesta segunda-feira na delegacia de homicídios de Campinas. Uma delas, Anderson Mamede, que também se feriu com um golpe de faca na perna, é namorado de Maria Teresa Peregrino e afirmou que a suspeita agiu em legítima defesa. Segundo ele, a vítima teria agarrado a jovem, que revidou.

Outra testemunha, um menor, de 17 anos, também prestou depoimento. A mãe dele, que não quis se identificar, disse que o filho estaria sendo coagido pelos amigos a assumir a autoria do crime. Na saída da delegacia, ela afirmou que Maria Teresa Peregrino teria confessado o crime durante o depoimento. O delegado Rui Pegolo não confirmou a versão apresentada pelas testemunhas e afirmou que ainda não houve conclusão do caso.

No fim da noite, o delegado Rui Pegolo e a suspeita deixaram a delegacia e retornaram com a arma do crime. Todas as testemunhas, inclusive Maria Teresa Peregrino, foram liberadas depois do depoimento. A Polícia Civil de Campinas pretende agora ouvir os amigos da vítima, que estiveram na festa. A Unicamp instaurou uma sindicância para apurar a responsabilidade pela festa, já que não houve permissão para sua realização. A Universidade decretou luto de três dias.

 

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