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Novo estudo da Unicamp comprova que água tem contaminantes em 20 capitais

Com a prática comum no Brasil do reúso da água para abastecimento, o Ministério da Saúde possui uma portaria que estipula de 80 a 100 compostos diferentes que devem ser

Novo estudo da Unicamp comprova que água tem contaminantes em 20 capitais
Com a prática comum no Brasil do reúso da água para abastecimento, o Ministério da Saúde possui uma portaria que estipula de 80 a 100 compostos diferentes que devem ser analisados e controlados na água. Porém, um recente estudo do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA), com sede no Instituto de Química […]

Com a prática comum no Brasil do reúso da água para abastecimento, o Ministério da Saúde possui uma portaria que estipula de 80 a 100 compostos diferentes que devem ser analisados e controlados na água. Porém, um recente estudo do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA), com sede no Instituto de Química (IQ) da Unicamp, pode aumentar esta lista de forma considerável. O pesquisador Wilson Jardim propõe uma revisão dos parâmetros.

O trabalho aponta que em 20 capitais brasileiras a água tem “contaminantes emergentes”, substâncias que aparecem no líquido, mas não são controladas por leis ou regulamentos.No ranking, estão no topo da fila as Capitais Porto Alegre e Campo Grande. São Paulo está em oitavo lugar. O estudioso reforça que existem pelo menos 100 mil substâncias diferentes o que tornaria o controle impraticavel. Mas 800 delas estão catalogadas. E verificou-se que algumas delas como a cafeína ou o hormônio presente na pílula anticoncepcional podem mudar o sistema hormonal de seres humanos e animais. Cidades como Campinas absorvem esgoto de uma região administrativa que pode ultrapassar 50 municípios. No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) publicaram um relatório alertando para os possíveis riscos dessas substâncias a saúde humana.

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