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Professores e trabalhadores da Unicamp decidem por greve

Os trabalhadores e docentes da Universidade Estadual de Campinas aprovaram nesta quinta-feira (22/05) a greve contra o congelamento dos salários, sem a reposição das perdas inflacionárias. A pauta é unificada

Professores e trabalhadores da Unicamp decidem por greve
Os trabalhadores e docentes da Universidade Estadual de Campinas aprovaram nesta quinta-feira (22/05) a greve contra o congelamento dos salários, sem a reposição das perdas inflacionárias. A pauta é unificada com USP e UNESP. A paralisação na Unicamp começa nesta sexta para os trabalhadores técnicos-administrativos e na terça (27) para os professores. A diretora do Sindicato […]

Os trabalhadores e docentes da Universidade Estadual de Campinas aprovaram nesta quinta-feira (22/05) a greve contra o congelamento dos salários, sem a reposição das perdas inflacionárias. A pauta é unificada com USP e UNESP. A paralisação na Unicamp começa nesta sexta para os trabalhadores técnicos-administrativos e na terça (27) para os professores.

A diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade, Adriana Stella, afirma que esta é uma das maiores greves dos últimos tempos. Pelas negociações com as reitorias, Adriana acredita que será uma paralisação longa.

Com a mesma pauta de reivindicação – o reajuste – os professores da Unicamp também decidiram por greve. O vice presidente da Associação dos Docentes, Adolpho Hengeltraub, avalia como expressiva a adesão pela paralisação e acredita que movimento vai ganhar força nos próximos dias.

Os estudantes da Unicamp em assembleia decidiram apoiar as greves. Gabriela Nascimento participou da reunião e conta que será feita uma mobilização com os Institutos para paralisação dos alunos. Os estudantes aproveitam para traçar reivindicações próprias, como a proibição da Polícia Militar no campus. Em relação aos policiais no campus, no ano passado, durante 13 dias, universitários ficaram acampados em frente reitoria contrários a presença da PM. A polêmica veio após o governador Geraldo Alckmin anunciar o reforço no policiamento, como reação ao assassinato de um universitário durante uma festa não autorizada dentro da Unicamp em setembro de 2013.

 

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