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Em caso de racionamento, região central de Campinas não será atingida

O planejamento da Sanasa sobre o racionamento de água na cidade prevê a exclusão da região central de Campinas do rodízio de abastecimento, por causa da localização de sete hospitais

Em caso de racionamento, região central de Campinas não será atingida
O planejamento da Sanasa sobre o racionamento de água na cidade prevê a exclusão da região central de Campinas do rodízio de abastecimento, por causa da localização de sete hospitais na área. A afirmação é do diretor técnico da empresa, Marco Antonio Santos, que apresentou o plano para a Comissão de Meio Ambiente da câmara […]

O planejamento da Sanasa sobre o racionamento de água na cidade prevê a exclusão da região central de Campinas do rodízio de abastecimento, por causa da localização de sete hospitais na área. A afirmação é do diretor técnico da empresa, Marco Antonio Santos, que apresentou o plano para a Comissão de Meio Ambiente da câmara municipal nesta segunda-feira. Mesmo não havendo previsão para o racionamento, a Sanasa informou que a prioridade é manter o abastecimento em tempo integral para todos os hospitais da cidade. Nas unidades que ficam afastadas do centro, como o HC da Unicamp e os hospitais Celso Pierro e Ouro Verde, a empresa informou que existem redes exclusivas para o fornecimento de água, mesmo que haja racionamento nessas regiões. De acordo com o diretor técnico da Sanasa, Marco Antônio Santos, a estrutura da rede na área central de Campinas não permite o enquadramento no plano de racionamento. Segundo ele, não é possível manter o rodízio sem deixar os hospitais abastecidos.

Apesar de ter o planejamento pronto, a Sanasa reconhece que o racionamento poderá trazer muitos problemas por causa das más condições da rede. A maior parte dos cerca de mil quilômetros do sistema existente hoje em Campinas é antiga e pode danificar com facilidade, caso haja interrupção do abastecimento. O presidente da Sanasa, Arly de Lara Romeo, informou que atualmente a empresa ampliou o serviço de troca das tubulações da cidade e diminuiu de 10 para seis anos, o tempo previsto para a implantação da nova rede.

Para garantir a qualidade da água, a Sanasa está utilizando carvão ativado, entre outros componentes, por tempo indeterminado. Com isso, a empresa está gastando cerca de R$ 500 mil por mês. O executivo vai apresentar nos próximos dias 12 medidas que serão tomadas para o enfrentamento da crise hídrica. Dentro dessa proposta, estará a construção de reservatórios nas unidades do Corpo de Bombeiros, recuperação de nascentes e intensificar o aproveitamento de água de reuso.

 

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