O Movimento Resgate Cambuí enviou uma denúncia ao Ministério Público, que já abriu um inquérito para apurar a retirada de galhos e árvores, em Campinas. O destaque é para um episódio recente de poda no canteiro central da Av. Princesa D´oeste no início de abril considerada abusiva pela entidade. A Diretora do Movimento Resgate Cambuí , Tereza Penteado, lamenta a perda desse bem ambiental. O Diretor do Departamento de Parques e Jardins, Luís Cláudio Nogueira Mollo, explica que o DPJ só retira galhos que estejam causando risco de acidentes, interrompendo fiações ou o trajeto de veículos. Uma necessidade que para Tereza não se justificativa no caso de uma praça no Jd. Santana na Avenida Esther Moretzsohn Camargo, onde houve poda de levantamento de copa nas árvores. No caso dessa praça, Mollo afirma que a ação não foi do DPJ. Tereza questiona ainda a possibilidade de haver interesse financeiro na comercialização do volume lenhoso resultante dessas podas. Uma hipótese descartada pelo DPJ, que afirmou haver um processo licitatório para comercialização desse material cuja verba será aplicada na melhoria dos parques da cidade. Um estudo feito pelo Movimento Resgate Cambuí aponta que o valor do patrimônio arbóreo só no bairro Cambuí é de R$ 13 milhões.