A falta de qualificação é o maior problema para o preenchimento de vagas de emprego no Centro de Apoio ao Trabalhador, o CPAT de Campinas. Pode durar até meses a espera das empresas para contratar trabalhadores em cargos como o de assistente administrativo, açougueiro, operador de caixa, balconista, pizzaiolo e confeiteiro. Do total de vagas, 40% são ocupadas. Neste mês de julho estão abertas 1,3 mil. E não faltam opções de cursos de qualificação ou formação profissional. Ao todo são oferecidos em Campinas pelo menos dois mil deles.
