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Funcionários de hotel prestam depoimentos sobre morte de menina

No início dos depoimentos sobre o caso da menina que morreu em um hotel na estância turística de Águas de São Pedro, o advogado do Grande Hotel São Pedro, Cid

Funcionários de hotel prestam depoimentos sobre morte de menina
Foto: Divulgação/Grande Hotel

No início dos depoimentos sobre o caso da menina que morreu em um hotel na estância turística de Águas de São Pedro, o advogado do Grande Hotel São Pedro, Cid Vieira de Souza Filho, apresentou documentos que comprovariam que em maio houve manutenção no playgroud. O advogado atribuiu a uma empresa terceirizada a instalação e manutenção no balanço que causou a morte de Inês Scheller, de 4 anos, atingida no tórax pela viga do brinquedo. O Delegado responsável pelo caso, Ricardo Fiore, afirmou ser ainda prematuro apontar responsáveis. Ele disse ainda não ter como afirmar se a viga do balanço estaria comprometida pela umidade porque depende do laudo da perícia que ainda não recebeu.

Foram ouvidos na manhã dessa segunda-feira, na delegacia de Águas de São Pedro, dois funcionários do hotel. O subgerente Felipe Riemma e o monitor de recreação, David Rodrigues Ruivo Fernandes, que estava com a menina na hora do acidente. Os dois não quiseram falar com a Imprensa. O delegado Ricardo Fiore considerou que os depoimentos trouxeram dados iniciais para a investigação do acidente, mas pretende ouvir ainda outros monitores, gerentes, testemunhas e a própria família da menina. Entre os fatos novos, foi esclarecido que duas outras pessoas estavam no balanço no momento do acidente. Além de Inês, outra criança e próprio monitor estavam balançando no brinquedo quando ele despencou. O acidente aconteceu no dia 23 de julho. A menina era francesa e passava as férias no Brasil, já que a mãe e brasileira, casada com um francês.

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