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Servidores afastados da Câmara conseguem liminar e voltam ao trabalho

Uma sindicância instalada na Câmara Municipal de Campinas apontou indícios de que servidores da casa teriam fraudado contratos de prestação de serviços. Após esta sindicância a Câmara de Vereadores decidiu

Uma sindicância instalada na Câmara Municipal de Campinas apontou indícios de que servidores da casa teriam fraudado contratos de prestação de serviços. Após esta sindicância a Câmara de Vereadores decidiu abrir o processo administrativo para apurar as denúncias e afastou, por suspeita de envolvimento nas fraudes, o coordenador de compras, Carlos Eduardo Gaspar e o contador Adilson Barbosa.

Os dois funcionários afastados conquistaram na justiça o direito de retornarem aos cargos. O aval foi concedido pelo juiz substituto da 2ª Vara da Fazenda Pública, Eduardo Bigolin. Os acusados alegam que a Câmara Municipal não publicou no Diário Oficial a informação de que havia sido prorrogado o afastamento dos funcionários. O procurador da câmara de Campinas, Armando Bergo, afirma que a casa vai solicitar a reconsideração da decisão já que no entendimento da procuradoria houve um erro de entendimento do juiz.

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No entendimento da Câmara, a liminar concedida pelo juiz se refere ao período da sindicância, que já foi encerrada, e não ao processo administrativo, que ainda está em andamento. O processo pode culminar na exoneração dos servidores, conforme explica o procurador da câmara de Campinas, Armando Bergo. Na visão do procurador da Câmara de Vereadores, caso a liminar que garante o retorno dos servidores ao trabalho seja mantida, isso pode influir nos trabalhos do processo que apura as denúncias.

Os funcionários afastados, Carlos Gaspar e Adilson Barbosa, são citados em denúncias veiculadas pela rádio CBN-Campinas, sobre suposto favorecimento em contratos para prestação de serviços. Os dois também têm negócios em comum com empresária vencedora do “pregão” do legislativo.

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