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Erros simples estão entre causas para pedidos de impugnação

O período é de defesa para os candidatos a cargos no Executivo e Legislativo em Campinas. Ao todo foram feitos 800 pedidos de impugnação, 96 deles encaminhados pelo Ministério Público

Erros simples estão entre causas para pedidos de impugnação
O período é de defesa para os candidatos a cargos no Executivo e Legislativo em Campinas. Ao todo foram feitos 800 pedidos de impugnação, 96 deles encaminhados pelo Ministério Público Eleitoral à Justiça. O prazo termina aos sete dias da notificação quando o Juiz Eleitoral Nelson Augusto Bernardes terá outros três dias para deferir ou […]

O período é de defesa para os candidatos a cargos no Executivo e Legislativo em Campinas. Ao todo foram feitos 800 pedidos de impugnação, 96 deles encaminhados pelo Ministério Público Eleitoral à Justiça. O prazo termina aos sete dias da notificação quando o Juiz Eleitoral Nelson Augusto Bernardes terá outros três dias para deferir ou não aos pedidos. O magistrado adiantou que a maioria, principalmente envolvendo os candidatos a vereadores, correu com erros simples de documentação.

Entre os casos estão os vice – candidatos à prefeitura de Campinas. Dario Saadi (PMDB), vice de Pedro Serafim (PDT) e o Professor Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva, o Paulão da Unicamp (do PSDB), na chapa de Jonas Donizette (PSB). Os dois não teriam atendidos aos critérios estabelecidos na Lei da Ficha Limpa. Além dos dois candidatos, o vice na chapa de Rogério Menezes, do PV, Gustavo Merlo , foi citado por não ter justificado o voto nas eleições de 2006. E a vice de Arlei Medeiros, do PSol, Fernanda Lisboa, pela falta de um atestado de desligamento do serviço público para a candidatura.

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RESPOSTAS

O candidato a vice-prefeito Dário Saad informou que fez o pagamento da multa eleitoral de R$ 5,9 mil apontada como pendente no processo. Já sobre um parecer do Tribunal de Contas da União garantiu ter feito descontos na folha de pagamento dos vereadores quando era presidente da Câmara entre os anos de 2005 e 2006. O TCU observou diferença salarial entre R$ 50 a R$ 100 por mês nos pagamentos do legislativo. Paulo Eduardo que também teve contas recusadas pelo TCU nega desvio de dinheiro. Afirma ter empregado em pesquisas recursos federais no valor de cerca de um milhão de reais que deveriam ser usados em convênios da Funcamp, uma fundação ligada a Unicamp, tendo sido diretor em período anterior ao das contas recusadas.

Gustavo Merlo e Fernanda Lisboa não encaminharam respostas sobre os pedidos de impuganção à redação da CBN.

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