Prefeito reeleito e no quarto mandato em Nova Odessa, Manoel Samartin enfrenta na Justiça acusação de improbidade administrativa. O Ministério Público Estadual pede o bloqueio de bens dele e de 35 funcionários comissionados. No ano passado Samartin através de uma portaria aprovada pelo legislativo criou 37 novos cargos comissionados, 35 deles assumiram e, por isso estão citados no processo. Para a promotoria funções técnicas que deveriam selecionar profissionais através de concurso público. O prefeito se defende alegando que apenas regularizou uma prática da prefeitura de Nova Odessa. O uso de funcionários concursados para outras atividades de chefia com pagamento de bônus aos salários.
O prefeito nega favorecimento. Acredita que a decisão ajudou a agilizar os serviços da administração uma vez que os funcionários são experientes e conhecem o dia a dia da administração. Samartin também afirmou que a portaria estabelece o desligamento automático pelo próprio funcionário ou prefeito em qualquer momento sem encargos sociais. O promotor do caso é Carlos Alberto Ruiz Nardy. Para ele os contratos deveriam ser anulados uma vez que as funções são técnicas e deveriam ser preenchidas com concurso público. O promotor pede a devolução do dinheiro.
