A greve dos servidores do INSS do estado de São Paulo fez com que uma agência de Campinas funcionasse parcialmente na manhã desta quarta-feira (15/08). A paralisação, programada para durar 24 horas, é uma maneira de cobrar atenção do governo na negociação com a categoria.
De acordo com o Sindicato dos Previdenciários do Estado de São Paulo, inicialmente, 50 cidades deveriam aderir ao movimento. Em Limeira e Piracicaba, por exemplo, as agências não abriram.
Já em Campinas, das quatro unidades, a agência localizada na avenida Rui Rodrigues foi a única a ter adesão da maioria dos servidores. Por conta disso, apenas as perícias eram realizadas normalmente no local, o que pegou muita gente de surpresa.
Segundo a assessoria da Previdência Social da cidade, trabalhos de orientação e agendamento também foram realizados. Além disso, nenhum atendimento havia sido agendado para esta quarta-feira.
Nas outras três agências da cidade, houve adesão de alguns servidores ao movimento, mas o funcionamento ocorreu normalmente. Já em outras nove agências de cidades da região, cuja gerência é centralizada em Campinas, o atendimento também não foi afetado.
Os trabalhadores do INSS reivindicam reajuste emergencial de cerca de 22% e jornada de 30 horas para todos os servidores, já que, segundo o Sindicato paulista, cerca de 40% dos servidores fazem jornadas de 40 horas recebendo o mesmo salário dos demais. A categoria ainda pede incorporação por gratificação por produtividade, adicional por qualificação e paridade entre servidores ativos e aposentados.
