Texto: Assessoria de Imprensa
O CInAPCe (Cooperação Interinstitucional de Apoio à Pesquisa sobre o Cérebro) (www.fcm.unicamp.br/cinapce), vinculado à FCM (Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp) e à Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) realiza, em 27 de outubro, sábado, no Rudá Bar, em Barão Geraldo, às 20h, o 3º ROCK AVC, com um conjunto de trabalhos de músicos alternativos: Azuls, Provérbios S/A, Medunikos, Genérios, Bones of Fire, Som de Pandora, Boneca de Sera, Dodjão do Bluess, dj Kay Freitas. A proposta vai ao encontro da Semana do Dia Mundial do AVC, 29 de outubro, e traz a linguagem de atitude do rock para provocar a atenção sobre os problemas em torno das mortes por AVC (Acidente Vascular Cerebral).
O organizador do evento, professor da FCM, Unicamp, Dr. Li Li Min, é, também, músico, enquanto hobby, e vai se apresentar junto com a banda Bones of Fire. Segundo Min, o Rock AVC experimenta linguagens alternativas para chamar a atenção para problemas sociais, políticos e culturais em torno das questões de saúde pública.
O AVC é a doença que mais mata no Brasil. São cerca de 100 mil mortes por ano. “Um em cada seis” é o slogan da OMS (Organização Mundial da doença) (World Stroke Organization, WSO na sigla em inglês), em uma dupla alusão ao fato de que uma em cada seis pessoas sofrerá um AVC na vida e à morte a cada seis segundos de um indivíduo por essa condição. O AVC mata mais por ano do que a Aids, a malária e a tuberculose juntas, e é a segunda causa de morte em pessoas maiores de 60 anos, e a quinta na faixa entre 15 e 59 anos. Estima-se que a incidência de AVC crescerá, assim como as doenças coronárias e o câncer, e passará dos 6 milhões de casos anuais (2010) para quase 8 milhões ao ano até 2030. Há dois tipos de AVC. O isquêmico, com 85% de casos, quando ocorre o entupimento do vaso sanguíneo. E o hemorrágico, com 15%, quando gera o rompimento do vaso sanguíneo.
Com uma visão de quebra de paradigma, o evento envolve novas maneiras de se relacionar com a temática, com a finalidade de aproximar o público jovem para o debate e a crítica da saúde pública.
Data: sábado, 27 de outubro, 20h00, aberto ao público, não precisa confirmar.
Entrada beneficente: seis reais.
Local: Av. Santa Isabel , 484 – Barão Geraldo Campinas – SP.
