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Conselho de Saúde quer Mário Gatti no controle do Ouro Verde

Com prazo até março para renovar o contrato com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), a Prefeitura de Campinas recebeu nesta terça-feira (15/01) a deliberação do Conselho

Com prazo até março para renovar o contrato com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), a Prefeitura de Campinas recebeu nesta terça-feira (15/01) a deliberação do Conselho de Saúde para que o Hospital Mário Gatti assuma a gestão do Hospital Ouro Verde. O convênio da administração com a SPDM teria um orçamento de R$7,5 milhões. Desde maio de 2010 o Conselho discute o processo de municipalização do Ouro Verde por acreditar que os serviços médicos não devem ser terceirizados.

O presidente do Conselho Municipal de Saúde de Campinas, José Paulo Porsani, diz que a decisão foi tomada por que não haveria mais tempo para a prefeitura transformar o hospital em uma autarquia. Mesmo assim, Porsani não nega que poderá conduzir um acordo com a prefeitura que ainda não confirmou ao Conselho a renovação do convênio.

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O Hospital Mário Gatti enfrenta problemas próprios como aumento da demanda, espera para atendimento no pronto-socorro, falta de recursos e estrutura física do prédio. Ainda assim para Porsani é possível assumir o Ouro Verde. Entre outros problemas apontados para a gestão compartilhada também estaria a folha de pagamento do Ouro Verde que poderia deixar no limite o teto para prestação de contas a lei de responsabilidade fiscal. O Hospital com 234 leitos teria uma folha prevista para 2013 entre R$6 e R$8 milhões.

O secretário de saúde de Campinas, Cármino de Souza, não foi encontrado para esclarecer o caso. A assessoria de imprensa informou que o estatuto do Hospital Mário Gatti é de gestão direta e não permitiria assumir uma outra entidade.

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