A Polícia do Guarujá ouve hoje mais seis testemunhas no caso do assassinato do estudante campineiro Mário Sampaio, morto na véspera do ano novo em uma churrascaria da cidade. Ontem o delegado Luiiz Ricardo Lara ouviu o funcionário responsável pela abertura e fechamento do estabelecimento. Ele desmentiu as versões dos proprietários de que o restaurante foi invadido após o crime e as câmeras de gravação tinham sido furtadas. Também ontem, a Secretaria de Segurança Pública proibiu a divulgação do conteúdo do telefonema que o estudante fez para a polícia para pedir ajuda, antes de ser assassinado.
