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Setor de imóveis tem projeção de crescer de 7 a 10% em 2013

O ambiente é de otimismo e com um balanço de 2012 bem acima do positivo para o setor da construção civil e imobiliário na Região de Campinas. A Associação Regional

Setor de imóveis tem projeção de crescer de 7 a 10% em 2013
O ambiente é de otimismo e com um balanço de 2012 bem acima do positivo para o setor da construção civil e imobiliário na Região de Campinas. A Associação Regional da Habitação, a Habicamp, estima crescimento nos negócios de 7 a 10% em 2013. Os motivos vêm do governo federal e do municipal. Além do […]

O ambiente é de otimismo e com um balanço de 2012 bem acima do positivo para o setor da construção civil e imobiliário na Região de Campinas. A Associação Regional da Habitação, a Habicamp, estima crescimento nos negócios de 7 a 10% em 2013. Os motivos vêm do governo federal e do municipal. Além do fato da crise política instalada em Campinas com as denúncias envolvendo os empreendimentos já ter superado os dois anos. A cidade chegou a ter mais de 30 deles embargados por irregularidades nos projetos ou falta de alvarás. Para o presidente da Habicamp, Francisco Lima, a medida do atual governo de devolver a decisão pelas licenças para as secretarias agiliza e desburocratiza o processo.

Em termos de impostos o governo federal desonerou a folha de pagamento para as construtoras, comércio varejista e de serviços navais. Os benefícios fiscais permitem as empresas substituir a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre os salários dos empregados por alíquotas de 1% a 2%, conforme o caso, sobre a receita bruta excluídas as vendas canceladas e os descontos concedidos. As novas regras são válidas até 31 de dezembro de 2014. O advogado que participou da nova cartilha da Fundação Procon sobre o mercado de imóveis, Marcelo Tapai, lembra que o consumidor deve ver o investimento em casas ou apartamentos com potencial de riscos, mesmo tendo em mãos todos os documentos em dia.

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O balanço de 2012 sobre as reclamações mais comuns feitas contra construtoras e incorporadoras e constatou que a maior parte é por falta de cumprimento de contrato, pela cobrança de taxas indevidas e problemas construtivos. O levantamento também transformou em índice o montante de cancelamentos de contrato comprados na planta por causa de atrasos. O número saltou quase 500% nos últimos dois anos. Ainda assim o ano passado fechou com faturamento para os empresários, construtores e imobiliárias de 8,18 bilhões de reais contra 5,7 bilhões registrados em 2011.

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