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Tribunal de Justiça de SP suspende julgamento do Caso Sanasa

O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu na tarde desta segunda-feira o processo contra os 22 réus do Caso Sanasa, um suposto esquema de desvio de dinheiro público que

Tribunal de Justiça de SP suspende julgamento do Caso Sanasa
O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu na tarde desta segunda-feira o processo contra os 22 réus do Caso Sanasa, um suposto esquema de desvio de dinheiro público que culminou com a cassação do então prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos. A decisão do desembargador Walter de Almeida Guilherme, atendeu ao pedido da […]

O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu na tarde desta segunda-feira o processo contra os 22 réus do Caso Sanasa, um suposto esquema de desvio de dinheiro público que culminou com a cassação do então prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos. A decisão do desembargador Walter de Almeida Guilherme, atendeu ao pedido da defesa do réu Ricardo Cândia, ex-diretor de planejamento da prefeitura, que alegou restrição do direito de defesa em novas acusações apresentadas. O TJ já havia suspendido na semana passada o processo contra ele e agora estendeu a decisão aos demais réus do processo. A questão foi discutida depois que o Ministério Público juntou aos autos um recibo de depósito de 500 mil reais que teria sido feito por Cândia na conta de uma empresa do irmão de Rosely Nassin Jorge Santos, acusada de chefiar a quadrilha que desviava dinheiro público.

A suspensão vale até que seja julgado o habeas corpus impetrado pela defesa de Ricardo Cândia, o que deve acontecer num período entre dois e três meses. O advogado que representa o réu, Ralph Tórtima Filho, afirmou que foi necessário ingressar com o pedido de suspensão no Tribunal de Justiça, porque o depósito não teria sido feito por seu cliente. Ele afirma que Ricardo Cândia não teve o direito de se defender das acusações.

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O juiz Nelson Augusto Bernardes informou apenas que vai acatar a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O promotor responsável pelo caso, Amauri Silveira Filho, não foi encontrado para comentar a decisão.

 

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