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Prometido para agosto, programa contra o crack agora não tem prazo

Lançado em abril em parceria com o governo do estado, o Cartão Recomeço, que custeia o tratamento de dependentes químicos e oferece atendimento aos familiares, ainda não tem data definida

Prometido para agosto, programa contra o crack agora não tem prazo
Lançado em abril em parceria com o governo do estado, o Cartão Recomeço, que custeia o tratamento de dependentes químicos e oferece atendimento aos familiares, ainda não tem data definida para ser implantado em Campinas. Apesar da previsão inicial de quatro meses, o programa, que prevê uma ajuda de custo mensal de R$ 1350, só […]

Lançado em abril em parceria com o governo do estado, o Cartão Recomeço, que custeia o tratamento de dependentes químicos e oferece atendimento aos familiares, ainda não tem data definida para ser implantado em Campinas. Apesar da previsão inicial de quatro meses, o programa, que prevê uma ajuda de custo mensal de R$ 1350, só deve começar a valer após o cadastro de entidades. De acordo com o prefeito Jonas Donizette, serão priorizados os pedidos das famílias dos dependentes. Ao todo, a cidade oferece quinhentas vagas.

O cartão mensal, que não é bancário, só pode ser trocado em clínicas credenciadas e especializadas em recuperação de usuários de drogas. Os pacientes só poderão começar o tratamento após uma avaliação médica da rede SUS. Caso haja necessidade de internação, o período será de seis meses e Campinas terá uma unidade próxima ao Hospital Mário Gatti. Além disso, o programa também terá plantão judicial para o amparo legal de internações involuntárias, medidas que, segundo Jonas, só devem ser tomadas em último caso. Ainda de acordo com o prefeito, mesmo com o Cartão Recomeço, Campinas vai manter os programas municipais, como os CAPs, Centros de Atenção Psicosocial.

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