Relatório do Ministério Público aponta detalhes dos depoimentos de traficantes e familiares a promotores, além das transcrições das escutas telefônicas que revelam ações criminosas de policiais de Campinas e do Denarc. Em um dos trechos o traficante Andinho, diz que um comparsa teria pago R$ 2 milhões a oficiais. No relatório, a participação dos policiais de Campinas é detalhada. Os investigadores do 10º DP Renato Peixeiro Pinto e Mark de Castro Pestana recebiam, mensalmente, R$ 5 mil dos traficantes, e outros R$ 14 mil seriam entregues a eles para repassar a policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes da cidade.
A promotoria afirmou que a investigação foi comprovada a participação de agente da DISE ou o recimento de qualquer valor vindo dos traficantes. Para o MP, Renato Peixeiro usaria o nome da Dise para conseguir mais dinheiro dos traficantes.
