O Dia Nacional de Luta, em Campinas, reuniu na manhã dessa quinta-feira, pela primeira vez na cidade, todas as centrais sindicais em um ato unificado. Entre as reivindicações, melhorias nas áreas da Educação, Saúde e Transporte, Reforma Agrária, reajuste para aposentados, redução de jornada de trabalho, fim da terceirização. Pautas que refletem a voz das ruas, ouvida nos protestos que estão reunindo milhares de pessoas pelo País.
O Coordenador da Força Sindical, Paulo Ritz, afirma que essas reivindicações foram entregues por mais de uma vez ao Governo Federal que não as recebeu com a devida atenção, o que segundo ele, ajudou a culminar na atual insatisfação dos brasileiros. O Diretor do Sinsaúde, Oswaldo Ferreira, conta que a categoria participou do protesto pedindo redução de jornada de 36 para 30 horas para o profissional da saúde. Melhorias, que segundo ele, beneficiariam o próprio paciente, se atendidas. As Reivindicações na área do Transporte foram de melhoria nas condições de trabalho. Mas, a categoria decidiu por não incluir uma greve no dia do protesto, como explica Isael Soares de Almeida, vice-presidente do sindicato dos rodoviários de Campinas.
O protesto foi totalmente pacífico e reuniu cerca de 350 pessoas, que realizaram passeata, saindo da Estação Cultura, no centro de Campinas, com trajeto pela Av. Dr. Campos Salles, Avenida Francisco Glicério até o Largo do Pará, interrompendo o trânsito nessas vias entre 9h30 e 12hs.
