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Cem manifestantes percorrem as ruas de Campinas pedindo o passe livre no transporte público

Cerca de 100 pessoas participaram de uma manifestação pedindo melhorias no sistema de transporte público de Campinas na noite desta sexta-feira. O grupo se reuniu no Largo do Rosário e

Cerca de 100 pessoas participaram de uma manifestação pedindo melhorias no sistema de transporte público de Campinas na noite desta sexta-feira. O grupo se reuniu no Largo do Rosário e partiu em uma passeata nas ruas centrais da cidade. Eles percorram as Avenidas Francisco Glicério e Moraes Salles, passaram pela Rua Irmã Serafina até chegarem em frente a prefeitura municipal, na Avenida Anchieta. Durante o percurso, o trânsito na região central ficou parado, o que irritou alguns motoristas, que tentaram furar o cerco, mas foram impedidos pelos manifestantes. O grupo permaneceu por mais de 15 minutos no cruzamento das Avenidas Anchieta e Benjamin Constant, o que irritou alguns motoristas, que chegaram a descer de seus veículos e discutiram com alguns representantes do protesto. A Polícia Militar acompanhou todo o trajeto e nenhum incidente mais grave foi registrado.

Os manifestantes pediam a implantação do passe livre no transporte coletivo e criticaram o poder legislativo, que teria barrado os integrantes do grupo na assembleia que discutiu o aumento do subsídio concedido pela prefeitura às empresas do transporte coletivo, que aconteceu no último dia 26, na Câmara de Campinas. De acordo com a representante da executiva estadual da Assembleia Nacional de Estudantes, Lígia Carrasco, os manifestantes não concordam com o aumento do valor repassado pela prefeitura para as empresas. Segundo ela, o movimento vai voltar às ruas no dia sete de setembro.

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O projeto de lei que prevê o aumento do subsídio concedido às empresas do transporte público foi aprovado na última terça-feira em segunda votação, depois da realização de uma sessão extraordinária na câmara. A justificativa do executivo, responsável pela autoria da proposta, é de que o dinheiro repassado às operadores é necessário para garantir que o preço da passagem permaneça em três reais. O valor que era de R$36 milhões por ano, deve passar para R$ 70 milhões.

 

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