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Pesquisa mostra a fragilidade na saúde dos caminhoneiros

Um recente estudo feito entre motoristas de caminhão americanos, demonstrou que 80% deles estão acima do peso. Outros 50% sofrem distúrbios de sono e fadiga crônica. 40% tem queixas de

Pesquisa mostra a fragilidade na saúde dos caminhoneiros
Um recente estudo feito entre motoristas de caminhão americanos, demonstrou que 80% deles estão acima do peso. Outros 50% sofrem distúrbios de sono e fadiga crônica. 40% tem queixas de dor em ossos, músculos e articulações e o mesmo percentual apresentou problemas cardiovasculares. A pesquisa envolveu os motoristas que dirigem mais de 17 dias por […]

Um recente estudo feito entre motoristas de caminhão americanos, demonstrou que 80% deles estão acima do peso. Outros 50% sofrem distúrbios de sono e fadiga crônica. 40% tem queixas de dor em ossos, músculos e articulações e o mesmo percentual apresentou problemas cardiovasculares. A pesquisa envolveu os motoristas que dirigem mais de 17 dias por mês a mais de cinco anos. No Brasil não existem dados oficiais sobre o problema, porém os dados da pesquisa norte americana, refletem a realidade dos motoristas no Brasil. A opinião é do chefe do Serviço de Ortopedia do Hospital e Maternidade Celso Pierro da PUC-Campinas, José Luiz Zabeu. De acordo com o ortopedista os problemas são causados pelo o excesso de tempo sentado ao volante, a falta de exercício físico regular, erros alimentares, movimentos repetitivos e falta de descanso adequado. Os problemas não afetam só os caminhoneiros. Os demais profissionais do trânsito, como o taxista , Marco Antônio Honório da Silva, também são afetados. O taxista , explica que sente muitas dores nas pernas e na coluna por conta tempo em que permanece dirigindo. Outro grande problema é que a maioria dos profissionais do volante não procura ajuda médica.
Percebendo a situação dos caminhoneiros que trafegam diariamente pelo complexo Anhanguera/Bandeirantes a CCR/AutoBan, desenvolveu uma série de medidas de prevenção. Um dos projeto é o programa Estrada Para a Saúde, implantado em 2006 exclusivamente para a categoria.
Os serviços são todos de graça e prestado no posto montado no KM 56 da Rodovia dos Bandeirantes. Segundo o coordenador do programa, José Antônio Coelho Junior, os resultados não fogem da pesquisa feita com os caminhoneiros americanos.

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