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Sem fiscalização, ambulantes tomam contam do centro de Campinas

O aumento no número de vendedores ambulantes na região central de Campinas tem preocupado os comerciantes locais, que cobram providências da administração municipal. Segundo a ACIC, a presença deles nas

Sem fiscalização, ambulantes tomam contam do centro de Campinas
O aumento no número de vendedores ambulantes na região central de Campinas tem preocupado os comerciantes locais, que cobram providências da administração municipal. Segundo a ACIC, a presença deles nas ruas impede a circulação de viaturas da Polícia Militar e da Guarda Municipal, o que acaba refletindo negativamente na segurança da área. Atualmente são contabilizados […]

O aumento no número de vendedores ambulantes na região central de Campinas tem preocupado os comerciantes locais, que cobram providências da administração municipal. Segundo a ACIC, a presença deles nas ruas impede a circulação de viaturas da Polícia Militar e da Guarda Municipal, o que acaba refletindo negativamente na segurança da área. Atualmente são contabilizados cerca de 90 ambulantes, que instalam suas bancas ou expõem seus produtos no chão antes da abertura e depois do fechamento das lojas.

A presidente do sindicato que representa o comércio informal na cidade, Maria José Sales, reconhece o problema e afirma que o grupo que hoje ocupa as ruas do centro foi obrigado a deixar a Rua Jaime Pinheiro Ulhôa Cintra. Segundo ela, a administração havia prometido a construção de um mercado popular em um barracão da Fepasa, mas o processo de transição está parado, esbarrando em muita burocracia.

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A presidente da ACIC, Adriana Flosi, afirma que o problema é antigo, mas que o número de ambulantes cresceu consideravelmente nos últimos meses. Segundo ela, o tempo em que esses vendedores permanecem nas ruas também aumentou. Segundo dados da ACIC, os ambulantes permanecem na rua, no horário entre 6h e 8h, e depois das 19h. Durante os dois períodos, não há fiscalização na região.

A prefeitura de Campinas informou através de nota que pretende ampliar a fiscalização na área central, mas não determinou prazo para o início do serviço.

 

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