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Metade das cidades paulistas tem teor de flúor abaixo do recomendado

O acrescimo de flúor na água de abastecimento é obrigatório por fei federal, mas nem todas as cidades cumprem a dosagem estipulada na legislação. Um levantamento feito pelo Conselho Regional

Metade das cidades paulistas tem teor de flúor abaixo do recomendado
O acrescimo de flúor na água de abastecimento é obrigatório por fei federal, mas nem todas as cidades cumprem a dosagem estipulada na legislação. Um levantamento feito pelo Conselho Regional de Odontologia com 105 municípios paulistas provou que metade das cidades paulistas tem teor de flúor abaixo do recomendado. Foram coletadas 300 amostras e feitas […]

O acrescimo de flúor na água de abastecimento é obrigatório por fei federal, mas nem todas as cidades cumprem a dosagem estipulada na legislação. Um levantamento feito pelo Conselho Regional de Odontologia com 105 municípios paulistas provou que metade das cidades paulistas tem teor de flúor abaixo do recomendado. Foram coletadas 300 amostras e feitas três diferentes análises no Laboratório do Departamento de Ciências Fisiológicas da FOP – UNICAMP. A fluoretação da água, quando na quantidade correta, combate a formação de cáries. Do contrário a falta pode afetar a saúde das comunidades comenta o presidente do Conselho, Claudio Miyake.

Os prejuízos podem ser maiores a longo prazo na formação dentária de crianças de 0 a 12 anos, alterando o esmalte e a dentina. Três cidades da região de Campinas aparecem na lista de baixa dosagem. Artur Nogueira foi reprovada na segunda etapa e Holambra na primeira e segunda. O prefeito de Holambra, Fernando Fiori de Godoy, apresentou um laudo do Instituto Adolfo Lutz que comprava que a fluoretação foi regulada após o período da pesquisa entre janeiro e maio deste ano.

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O levantamento foi encaminhado ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Secretaria Estadual da Saúde, Comitê Estadual de Referência em Saúde Bucal, Centro de Vigilância Sanitária, Coordenadoria de Planejamento em Saúde e ao Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo.  O presidente do CROSP ainda reforçou que os demais 540 municípios paulistas precisam passar por inspeção semelhante.

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