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Oito cidades da RMC tem aumento na mortalidade infantil

As cidades de Campinas, Paulínia, Sumaré, Santa Bárbara d’Oeste, Itatiba, Artur Nogueira, Cosmópolis e Santo Antônio de Posse apresentaram alta nos índices de mortalidade infantil. Os municípios somaram 255 mortes

Oito cidades da RMC tem aumento na mortalidade infantil
As cidades de Campinas, Paulínia, Sumaré, Santa Bárbara d’Oeste, Itatiba, Artur Nogueira, Cosmópolis e Santo Antônio de Posse apresentaram alta nos índices de mortalidade infantil. Os municípios somaram 255 mortes de crianças de até 1 ano de idade. O levantamento divulgado nesta semana pela Fundação Seade colheu dados do sistema de saúde durante o ano […]

As cidades de Campinas, Paulínia, Sumaré, Santa Bárbara d’Oeste, Itatiba, Artur Nogueira, Cosmópolis e Santo Antônio de Posse apresentaram alta nos índices de mortalidade infantil. Os municípios somaram 255 mortes de crianças de até 1 ano de idade. O levantamento divulgado nesta semana pela Fundação Seade colheu dados do sistema de saúde durante o ano de 2012. Os números estão na contramão do Estado, que tem a taxa de 11,48 de óbitos de crianças até 1 ano em cada mil nascimentos. O Analista de Projetos do Seade, Antônio Marangone , informou que a variação dos casos sempre é esperada , foi o caso de outras 11 cidades que reduziram os dados, mas o estudioso alerta para possíveis problemas da rede de atendimento em saúde. Marangone recomendou uma nova análise, principalmente, dos recursos como a existência de UTI neonatal nas unidades.

Procuradas pela reportagem CBN, as cidades com alta no índice justificaram que muitos casos são por má formação e são dificeis de serem prevenidos por que ocorrem durante a gestação. Itatiba reforçou que apesar de estar na lista o município conta seis leitos de UTI neonatal, tendo zerado as mortes por pneumonia ou doença diarréica em menores de cinco anos. A prefeitura de Paulínia culpou a administração anterior por não manter o serviço de atendimento pré-natal, pediatras e incentivo a amamentação. Santa Bárbara d´oeste comentou que o municipio teve aumento do número de gestantes usuárias de entorpecentes e reestruturou o Comitê de Mortalidade Materno Infantil para monitorar os dados. As assessorias de imprensa de Cosmópolis e Santo Antônio de Posse não responderam a solicitação de resposta do índices. E em Arthur Nogueira, o responsável pela comunicação não foi encontrado para repsonder a reportagem.

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