Indaiatuba já utiliza os 12 reservatórios particulares para garantir o abastecimento de água na cidade. Para se ter uma ideia, as represas do Sistema Cantareira vêm sendo esvaziadas em 1,08% ao dia desde o inicio de fevereiro. O volume de água que entra nos reservatórios voltou a ficar crítico, em apenas 3,78 m3/s. Com níveis tão baixos, Indaiatuba depende das represas das particulares do entorno da cidade. Neste momento, o racionamento está descartado, porém o Superintendente do SAE, Serviço Autônomo de Agua e Esgotos de Indaiatuba, Nilson Gaspar, afirma que se não chover, o município tem água para no máximo 30 dias.
A preocupação não fica apenas neste período atípico de estiagem, mas sim as atenções estão voltadas também para a metade do ano, que é quando tradicionalmente se tem um período mais seco. O Superintendente do SAE destaca que o uso das represas é medida de segurança, que historicamente é tomada no período de inverno.
Mesmo que chova nos próximos dias, Gaspar não acredita numa recuperação. Diante do cenário, Indaiatuba já está pensando em medidas preventivas: A aposta é uma grande represa na divisa com Campinas.
Mesmo com a crise hídrica na região, no início de fevreiro, Indaiatuba teve um aumento de 40% no consumo de água pela população. O município recebe água dos Rios Mirim e Piraí.
