Os laudos balísticos da chacina que aconteceu em Campinas no início do ano, com 12 mortes na região do Ouro Verde, foram inconclusivos para relacionar a morte do jovem Joab Gama com as demais. Segundo o promotor do caso, Ricardo Silvares, isso aconteceu porque o projétil que atingiu Joab na cabeça ficou muito danificado e não foi possível comparar com os dos outros assassinatos.
Quatro policiais são suspeitos de ter matado Joab Gama. Eles permanecem preso, em prisão preventiva. Devido o laudo não houve a relação deles com as demais mortes,.
A Polícia Civil divulgou que em relação aos outros homicídios foram usadas armas 9 mm, 38 e 380. As .40, que são de policiais, não foram utilizadas. As investigações estão em São Paulo, através do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa, no grupo especializado em chacinas, com acompanhamento do promotor e de policias e delegados de Campinas.
Antes, cada assassinato tinha um inquérito. Agora, segundo Ricardo Silvares, nove mortes foram unificadas em uma única investigação, já relacionando estes assassinatos. A Secretaria de Segurança Pública não quis se pronunciar sobre o caso.
