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Policiais soltos são riscos a testemunhas de chacina, segundo MP

Os cinco policiais militares que foram soltos na última semana podem oferecer riscos às testemunhas da chacina que deixou 12 pessoas mortas em Campinas, no início do ano. A afirmação

Os cinco policiais militares que foram soltos na última semana podem oferecer riscos às testemunhas da chacina que deixou 12 pessoas mortas em Campinas, no início do ano. A afirmação é do promotor responsável pelo caso, Ricardo Silvares, que informou que o Ministério Público já entrou com recurso para reverter a revogação da prisão. A decisão foi tomada pelo juiz da segunda vara do júri de Campinas, Sérgio Araújo Gomes. Os assassinatos em série aconteceram na periferia de Campinas entre a noite do dia 12 e a madrugada do dia 13 de janeiro. A suspeita é de que o crime tenha tenha sido cometido por policiais militares que teriam reagido ao assassinato de um colega de corporação, horas antes durante um assalto a um posto de gasolina.

Os cinco PMs suspeitos foram presos no dia 29 de janeiro, no presídio Romão Gomes, em São Paulo, acusados de participação na morte de pelo menos uma das vítimas da chacina, o menor Joab Gama das Neves, de 17 anos. De acordo com o promotor responsável pelo caso, Ricardo Silvares, a decisão é questionável, porque no entendimento do Ministério Público o caso justifica que os suspeitos permaneçam presos durante o inquérito. Ele afirma que algumas das testemunhas da chacina estão se sentindo ameaçadas.

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De todas as testemunhas do caso, apenas uma delas conta com o serviço de proteção. A investigação ainda não determinou se os cinco policiais suspeitos de participação na morte de Joab Gama das Neves poderiam estar envolvidos nos outros assassinatos.

 

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