2014 foi o ano mais seco no estado de São Paulo nas últimas décadas e a falta de chuva foi responsável pela contenção no abastecimento em diversas regiões, principalmente a de Campinas. A crise hídrica não afetou as atividades, embora algumas empresas adotaram um plano de gerenciamento durante o período crítico, como aconteceu com a Rhodia, em Paulínia, que em outubro teve de fazer um revezamento na produção. A preocupação ficou para o ano que vem, onde o problema pode se tornar crítico a partir do mês de abril, segundo avaliação do Ciesp.
Mesmo se chover o esperado até o início do ano que vem, o volume acumulado não será suficiente para a recuperação dos reservatórios, especialmente o sistema Cantareira. Com isso, o próximo período de estiagem deve começar com uma reserva bem abaixo daquela registrada neste ano, ocasionando falta de água para o abastecimento da população e consequentemente para a indústria. De acordo com o diretor do Ciesp Campinas, José Nunes Filho, ao mesmo tempo em que há uma tranquilidade momentânea, o empresariado da região está preocupado com a possibilidade de falta de água para a produção.
O diretor do Ciesp Campinas, José Nunes Filho, reconheceu ainda que a crise hídrica reduziu os investimentos na produção industrial. Porém a entidade não tem dados sobre o grau de interferência nas empresas.
014 foi o ano mais seco no estado de São Paulo nas últimas décadas e a falta de chuva foi responsável pela contenção no abastecimento em diversas regiões, principalmente a de Campinas. A crise hídrica não afetou as atividades, embora algumas empresas adotaram um plano de gerenciamento durante o período crítico, como aconteceu com a […]
