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Erro no edital leiloa apartamento no lugar do Brinco de Ouro

Um erro no edital do leilão do Estádio Brinco de Ouro da Princesa fez com que um apartamento no bairro Cambuí, em Campinas, fosse leiloado junto com o estádio do

Erro no edital leiloa apartamento no lugar do Brinco de Ouro
Um erro no edital do leilão do Estádio Brinco de Ouro da Princesa fez com que um apartamento no bairro Cambuí, em Campinas, fosse leiloado junto com o estádio do Guarani. O item A do lote 204 descreve uma gleba de terras da matrícula número 21.716 no 1º cartório de Registro de Imóveis de Campinas, porém, […]

Um erro no edital do leilão do Estádio Brinco de Ouro da Princesa fez com que um apartamento no bairro Cambuí, em Campinas, fosse leiloado junto com o estádio do Guarani. O item A do lote 204 descreve uma gleba de terras da matrícula número 21.716 no 1º cartório de Registro de Imóveis de Campinas, porém, no cartório, essa matrícula pertence a um apartamento na Avenida Júlio de Mesquita que nada tem a ver com o Guarani Futebol Clube.

A dona do imóvel não quis gravar entrevista, mas disse que só descobriu que seu apartamento estava leiloado quando pessoas ligadas ao Guarani, que ela não soube dizer os nomes, estiveram em sua casa e falaram sobre o erro. Depois disso, ela esteve no cartório para ver a situação regularizada do imóvel que foi financiado pela Caixa Econômica em 2008. Segundo a dona do local, ela não procurou ainda um advogado já que essas pessoas do clube, disseram que o Guarani tentaria a anulação do leilão baseado nesse erro de matrícula.

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No edital, o item A diz claramente que a área de 19.400,00m², é da região do Brinco de Ouro e ainda fala de uma piscina construída no local com ‘habite-se’ em 09/12/1977 e avaliado em R$13.995.936,00. Já o item D, descreve a mesma gleba de terras com uma área maior cinco metros, 19.405,00m², num valor maior, R$13.999.543,20, porém, nesse item não se fala em piscina e diz apenas que o bem foi penhorado em outros processos judiciais.

O Guarani não vai se pronunciar por enquanto já que o escritório que presta serviços ao clube ainda analisa o caso e irá dar um parecer.

Em nota, a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Federal disse que “na verdade o equívoco foi referente à nomenclatura aplicada, ao contrário de “matrícula 21.716” o termo correto é “transcrição 21.716″, que poderá ser retificado. De qualquer forma, pela própria descrição do bem leiloado não há nenhum comprometimento com o apartamento levantado em questão.”

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