Para o Conselho Municipal de Saúde, Campinas deveria decretar estado de emergência no setor. Na avaliação do presidente do órgão, Paulo Mariante, falta da prefeitura empenho administrativo e político. Nas unidades hospitalares, ele destaca a falta de profissionais e a importância da contratação emergencial, que seria possível se a prefeitura assumisse estado de precariedade.
A reportagem entrou em contato com Secretaria de Saúde de Campinas e a informação da assessoria de imprensa é de que o secretário Cármino de Sousa não vai comentar a declaração do conselho.
