Com o início do período de estiagem a preocupação com relação a escassez do recurso hídrico volta a chamar a atenção. Em São Paulo, o Cantareira deixou de ser o principal reservatório de abastecimento e o Guarapiranga assumiu o posto. Mesmo assim, a retirada de água do Cantareira que chegou a ser de 37 a 40 m3/seg é hoje de cerca de 10m3/seg.
Em Campinas, 95% do município é abastecido pelo Rio Atibaia e os outros 5% pelo Capivari.
O Coordenador de Comunicação da Sanasa, Marcos Lodi descartou o comprometimento no abastecimento de água até o mês de agosto
Ele ressalta que a média de consumo de água por parte do campineiro caiu. Em maio de 2014 era captado cerca de 3,5m3/seg e, nesse ano, a média caiu para 2,9 m3/seg.
Isso, segundo Lodi, resultado de campanhas de conscientização da população que atendeu aos pedidos e entendeu a necessidade de racionalizar o uso da água.
Já com relação a obras, ele comentou que a adutora e o reservatório do DIC/São Bernardo estão em fase adiantada e outros quatro reservatórios (no São Vicente, João Erbolato, San Conrado e Nova Europa) tem a previsão de início de obras nos próximos dias.
A Sanasa ainda prevê a construção de outros 18 reservatórios mas que serão projetados sob outro formato, conforme explica Marcos Lodi
Cada reservatório terá capacidade de armazenamento de 900 mil a 3 milhões de litros de água potável. As obras vão garantir um aumento na capacidade de abastecer a cidade ininterruptamente, de 8 para 12 horas.
