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Extensão da Mackenzie pode ser liberada em junho

O prolongamento da Avenida Mackenzie, em Campinas, feito pela iniciativa privada desde julho de 2013, deve ser entregue em junho, dois meses antes do previsto. A via ainda deve receber

Extensão da Mackenzie pode ser liberada em junho
O prolongamento da Avenida Mackenzie, em Campinas, feito pela iniciativa privada desde julho de 2013, deve ser entregue em junho, dois meses antes do previsto. A via ainda deve receber placas e sinalização. A afirmação é do diretor de Obras da Secretaria de Infraestrutura, Gustavo Garnedi, que monitora os trabalhos acredita que o tráfego será […]

O prolongamento da Avenida Mackenzie, em Campinas, feito pela iniciativa privada desde julho de 2013, deve ser entregue em junho, dois meses antes do previsto. A via ainda deve receber placas e sinalização. A afirmação é do diretor de Obras da Secretaria de Infraestrutura, Gustavo Garnedi, que monitora os trabalhos acredita que o tráfego será liberado no mesmo mês, logo depois dos ajustes finais. Segundo ele, a ligação de 6,5 km já teve praticamente todo o asfalto implantado, assim como a rede de iluminação. Faltam agora a pintura do solo e a instalação das placas e da ciclovia.

O trecho a ser finalizado vai fazer a ligação entre a região da Rodovia Dom Pedro e o empreendimento a ser erguido em Sousas, que fica próximo ao San Conrado e também deve atender o condomínio. De acordo com o diretor de obras da Prefeitura, a ideia é que a expansão suporte o aumento do tráfego. Ao longo do caminho, pelo menos três rotatórias foram construídas, caso outros loteamentos sejam lançados. Além de servir como contrapartida e acesso para novos empreendimentos, o objetivo também é aliviar o fluxo da Avenida Mário Garneiro, único acesso para os condomínios na região do San Conrado.

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Para isso, uma nova portaria deve ser construída no San Conrado, assim como uma via marginal para a entrada no local pela parte de trás. A adaptação já foi acertada entre a Prefeitura e o grupo de investidores. O valor total das obras é estimado em R$ 62 milhões, custeado inteiramente pelas construtoras e que não envolve dinheiro público. Antes da liberação aos carros, uma vistoria deve ser feita pela Emdec.

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