Com previsão de crescimento de 7%, a lei das diretrizes orçamentárias de Campinas para 2016 foi aprovada pela câmara, mas o secretário de finanças do município, Hamilton Bernardes Júnior, reconhece que poderá haver distorções devido ao atual momento econômico do país. A postura do município para o ano que vem é economizar, uma vez que o cenário econômico não traz boas perspectivas, além de ter havido aumento nas despesas do município. A justificativa da prefeitura para o aumento dos gastos é que as exigências de manutenção, remédios, médicos, funcionários contratados, atendimento e serviços públicos teriam sido ampliados. Outro fator que vai causar reflexos na economia de é a redução no recebimento de ICMS, imposto repassado pelo Estado ao município. Em maio de 2013 a soma foi de R$ 156 mi, em 2014 a arrecadação ficou em 117 milhões e de janeiro a maio deste ano Campinas recebeu R$ 62 mi. O secretário de finanças Hamilton Bernardes Júnior admite que a previsão orçamentária pode apresentar algumas distorções no decorrer de 2016 por conta da instabilidade econômica do Brasil. Problemas como o atraso nos repasses do Governo Federal, podem complicar a arrecadação para o próximo ano, mas o secretário Hamilton Bernardes Júnior descartou a possibilidade de aumentar os impostos para equilibrar as finanças do município.
A prefeitura apresenta também no projeto as metas para a área da Educação, como a construção das Naves Mãe no bairro São José, San Martin e Gleba B, além dos investimentos nas áreas da saúde, que incluem a construção do centros de saúde no Jardim Lisa, São Diego e no bairro Village. Também estão no PL, que segue para sanção do prefeito Jonas Donizette, as metas no setor de transportes, entre elas a implantação dos corredores do BRT.
