A tarifa de iluminação pública cobrada na conta de energia elétrica está 57% mais cara em Campinas. A taxa de R$ 6,06 passa para R$ 9,53 e segundo o secretário de administração, Silvio Bernandin, foi a única opção encontrada diante do aumento autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica, em março.
A reportagem chegou a questionar a prefeitura se não seria possível economizar energia. A resposta é que iluminação pública está muito vinculada à segurança. Uma alternativa seria a iluminação de led, que está prevista, mas não no curto prazo.
Neste início de semana, os holofotes da caixa d’agua da Av. Moraes Salles estavam acesos mesmo com a luz do sol, por volta das 10h30 da manhã. O secretário de administração, Silvio Bernandin, reforça que há uma fiscalização para que situações como esta não ocorram. Ele também explica que a iluminação pública é calculada de forma diferente, não considerado desperdícios.
A luz acesa durante o dia, no entanto, causa estranheza na população, como com Tadeu Pena. Mais um aumento então, nem se fala.
Sobre o caso específico da iluminação na caixa d’água, a assessoria de imprensa da Sanasa informou que deve ter ocorrido uma falha no sistema que apaga automaticamente as lâmpadas e que o problema seria verificado.
