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Alta no frete marítimo preocupa empresários da Indústria da Região

A alta no frete marítimo, que tem ultrapassado US$ 10 mil por contêiner, tem causado a preocupação dos empresários da indústria da região de Campinas. O problema foi apontado pelo

Alta no frete marítimo preocupa empresários da Indústria da Região
Foto: Roncon & Graça Comunicações

A alta no frete marítimo, que tem ultrapassado US$ 10 mil por contêiner, tem causado a preocupação dos empresários da indústria da região de Campinas. O problema foi apontado pelo Ciesp-Campinas durante a apresentação dos números da sondagem industrial de Julho.

Os fretes, que estavam em uma média US$ 2 mil por contêiner na rota para o Brasil, antes da pandemia, se tornaram agora os mais caros com origem na China.

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O motivo pelos valores terem atingido em torno de US$ 10 mil desde Julho do ano passado é a progressiva retomada da economia, com uma consequente  disparada de encomendas por insumos e mercadorias do comércio exterior.

Esse desequilíbrio entre oferta e demanda te início na China, onde começaram a faltar contêineres vazios, com acúmulo de produtos nos armazéns e portos. A grande preocupação do empresário é que esse novo valor de frete está se tornando mais um um novo normal pós pandemia.

Para Anselmo Riso, Diretor do Departamento de Comércio Exterior do Ciesp-Campinas, quem vai pagar a conta é o consumidor. “Mesmo que o empresário se esforce para não repassar o custo desta logística, são diferenças de valores extremamente altas”.

Na análise regional, o Ciesp Campinas mantém o otimismo em relação à retomada dos negócios na Indústria, mesmo com produção em queda, de acordo com números da própria sondagem industrial do Ciesp Campinas.

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Os empresários consultados relataram queda na produção de Julho em relação ao mês anterior. No entanto, o Diretor do Ciesp-Campinas, José Henrique Toledo Corrêa, esclarece que quando a comparação é feita com o mesmo mês do ano passado, os números mostram que este foi o melhor Julho dos últimos 4 anos. “Historicamente Julho é um mês de queda e redução de atividade economia. Já em agosto há um reaquecimento, por causa do início da preparação dos estoques para as vendas de fim de ano”.

O aumento da capacidade instalada para 57% em Julho também foi um dado apontado pelo Ciesp Campinas motivo de expectativa positiva para os próximos meses.

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