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Operação prende mulher suspeita de vender remédio para emagrecimento ilegal em Bragança Paulista

A Polícia Civil de Campinas, por meio da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais), prendeu na manhã desta quinta-feira (23) uma mulher de

Operação prende mulher suspeita de vender remédio para emagrecimento ilegal em Bragança Paulista
Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil de Campinas, por meio da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais), prendeu na manhã desta quinta-feira (23) uma mulher de Atibaia suspeita de participar de um esquema ilegal de venda de substâncias para emagrecimento em Bragança Paulista.

A investigação começou após o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) do Paraná identificar uma organização criminosa que trazia ilegalmente para o Brasil a tirzepatida, substância usada em medicamentos como o Mounjaro. A venda não é permitida pelas autoridades de saúde.

No início do ano, uma operação do Ministério Público do Paraná, com apoio da DEIC de Campinas, apontou que o produto entrava no país vindo do Paraguai. Durante a apuração, foi descoberto que o nome de uma mulher foi usado sem autorização para comprar uma passagem de ônibus para uma “mula”, responsável por transportar a substância. Ela não teve envolvimento no crime.

A partir daí, a DIG de Campinas seguiu com a investigação e chegou até uma esteticista. No local, havia poucas provas, mas o celular apreendido ajudou a polícia a encontrar novas informações e identificar para onde o produto era levado.

Os policiais chegaram, então, a uma empresária conhecida em Bragança Paulista, alvo da operação desta quinta-feira. Na casa dela, foram encontrados frascos da substância, sinais de que o produto era dividido para venda e mensagens que indicam negociação, orientação de uso e cobrança de clientes.

Segundo a polícia, as evidências mostram a existência de um comércio ilegal de medicamento controlado, feito sem autorização e fora das regras sanitárias. A suspeita foi levada à DIG e segue à disposição da Justiça.

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