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Sobe para três o número de mortes por gripe em Campinas em 2026

A vítima é uma mulher de 97 anos, com comorbidades, que apresentou início dos sintomas neste ano e morreu no dia 3 de abril
gripe
Foto: Pixabay

A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou a terceira morte por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada pelo vírus influenza em 2026. A vítima é uma mulher de 97 anos, com comorbidades, que apresentou início dos sintomas neste ano e morreu no dia 3 de abril. Ela havia sido vacinada na campanha anterior, de 2025.

De acordo com a pasta, o município soma, desde janeiro, 32 casos e três óbitos relacionados à SRAG por influenza.

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No ano passado, Campinas registrou 552 casos da síndrome e 67 mortes. A maioria das vítimas fatais — 53 pessoas — não havia recebido a vacina contra a gripe. Entre os que foram imunizados, parte ainda não tinha completado o período necessário para que a vacina garantisse proteção adequada, estimado em cerca de 15 dias após a aplicação.

A Secretaria destaca que a maior parte dos óbitos ocorreu em pessoas com doenças preexistentes, grupo considerado mais vulnerável às complicações da gripe.

Diante do cenário, a orientação é para que a população dos grupos prioritários procure a vacinação, principal forma de prevenir casos graves e mortes. A campanha segue até o dia 30 de maio.

O imunizante está disponível nos Centros de Saúde (CSs), com exceção do CS Centro, onde a aplicação ocorre na Paróquia Divino Salvador. Para receber a dose, é necessário apresentar documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação. No caso de crianças, é preciso estar acompanhado pelos responsáveis ou apresentar autorização. Não é necessário agendamento.

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Informações sobre endereços e horários das salas de vacina podem ser consultadas no site oficial da Prefeitura de Campinas: https://vacina.campinas.sp.gov.br

A vacina oferecida neste ano protege contra os vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e B, e pode ser aplicada junto a outros imunizantes do calendário nacional.

A campanha é voltada a públicos mais suscetíveis a complicações, como crianças pequenas, idosos, gestantes, pessoas com doenças crônicas, além de profissionais de áreas essenciais e outros grupos definidos pelo Ministério da Saúde.

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